segunda-feira, 15 de abril de 2024

Fundamentos do Judô - Aula 02

 O judô não é simplesmente a arte de lutar, pois carrega também consigo uma filosofia de vida, como a palavra judô, que significa "caminho da suavidade" sugere. 


O judô, assim como quaisquer outras artes marciais, não existem para serem usadas para a violência, mas sim para o auto-aprimoramento tanto físico quanto intelectual. O Judô não é uma arte combativa, é um esporte com uma filosofia baseada no conceito de "começando e terminando com respeito (um arco)" (rei ni hajimari, rei ni owaru), e a disciplina espiritual que isso implica.


O Mestre Jigoro Kano racionalizou a prática do Judô em torno de três princípios fundamentais:

1 - Seiryoku Zen’Yo (精力善用) Princípio da Máxima Eficácia do Corpo e do Espírito – Tratar e fortalecer o corpo, a mente e o espírito, mantendo-os sempre saudáveis, para que nos possam servir de forma racional, inteligente e utilitária, não só nas lutas de judô, mas em todos os aspectos do nosso quotidiano.
2 - Jita Kyoei (自他共栄) Princípio da Prosperidade e Benefícios Mútuos  – O progresso pessoal está intimamente ligado à solidariedade humana e à entreajuda, só assim é que nos tornamos atletas e humanos completos.
3 - Ju Yoku Go o Seisu (柔よく剛を制す) Princípio da Suavidade e controle – Apesar de diretamente ligado ao plano físico, este princípio deve ser utilizado inteligentemente, ou melhor, a força deve ser racionalizada, para não ser de mais, para não tornar a luta violenta.

quarta-feira, 10 de abril de 2024

O surgimento do judô - Aula 01

 A lenda diz que os princípios do judô foram descobertos durante um inverno rigoroso, observando que os ramos de cerejeira reagiram de forma diferente sob o peso da neve. A neve quebrava o galho mais grosso, já o galho mais fino e flexível e se livrava do "agressor" deixando a cair. Assim "O caminho suave" nasceu. Com base nesta observação e técnicas de luta dos samurais, Jigoro Kano, em 1882, lançou os princípios fundadores de uma nova disciplina: Judô.


Oferecendo desenvolvimento físico, moral e espiritual. O Judo proporciona ao judoca "florescer" em harmonia consigo mesmos e principalmente com os outros. A palavra judô traduz literalmente como "caminho suave". Este termo vem de duas ideogramas japoneses "Ju", que significa suavidade, elasticidade, flexibilidade ou submissão, e "do", que significa caminho, estrada, ou a educação. Esta arte marcial cuja filosofia se resume na frase simples: "a doçura é uma força." Enquanto outras artes marciais para aprender socos e pontapés com velocidade e habilidade, judô ensina que a submissão é uma força, e que os lutadores devem dobrar como um junco, e depois contra atacar. Sua nova técnica era usar o peso e a força de seu adversário contra ele. Era um princípio fundamental da desestabilização, projeção e, finalmente, imobilização do oponente. 

segunda-feira, 8 de abril de 2024

Por Que Usar Kimono?

 

Usamos o Kimono para que nos proporcione mais rapidez, técnica com mais precisão, pegada perfeitas entre outras coisas, pois quando não usamos Kimono, não temos aonde agarrar direito e aplicar nossas técnicas corretamente. 

Se você usar uma camisa e calça/shorts pode chegar a rasgar suas roupas e acho que ninguém quer isto! Além disso, muitas pessoas tem problema com suor, e usa uma blusa tipo segunda pele o que ajuda com a higienização, vemos mais as meninas usando este tipo de blusa.

Quando ambos usam Kimono é como se fosse uma “Armadura” ambos ficam com a mesma intensidade. Ocorre muito mais atrito, mais “pegada”, menos velocidade e menos força.

Por isso que ao iniciar está arte marcial, comece sempre usando Kimono, para aos poucos você conseguir aplicar certas técnicas sem o uso do de seu Kimono, porém lembrando que nos treinos sempre usamos Kimono.



quarta-feira, 3 de abril de 2024

JUDÔ


 




(JU)
(DÔ)
JUDÔ = Caminho Suave

O JUDÔ teve sua origem quando o Professor Sensei Jigoro Kano procurou sistematizar as técnicas de uma arte marcial japonesa, conhecida como “Jujitsu” e fundamentar sua prática em princípios filosóficos bem definidos, a fim de torná-la um meio eficaz para o aprimoramento do físico, do intelecto e do caráter, num processo de aperfeiçoamento do ser humano.

 
Nesse contexto, invariavelmente surge a questão: Porque chamar de judô ao invés de Jujitsu como já era conhecida a arte marcial?
 
Para poder entender a razão e a dimensão pretendida por essa mudança, deve-se buscar a interpretação no processo histórico que envolve o cultivo do “Budô ” nas antigas formas de artes marciais do Japão. Segundo T.Watariabe (1967): “Budô é uma palavra característica do povo japonês e sua origem se encontra nas formas de auto-proteção que permitiram a sobrevivência dos indivíduos e a perpetuação da espécie humana através do tempo”.
 
Essas formas de auto-proteção, que constituíram as artes marciais, nasceram da qualidade de vida que o povo japonês impôs a si próprio, diante da necessidade que tinham de se defender. Daí, então, surgiram os indivíduos com grande habilidade e treinamento nas artes marciais, formando uma casta de guerreiros conhecidos como “samurais”, a serviço dos senhores feudais.
 
Durante o período medieval japonês, do século XIV ao XVIII, aproximadamente, as artes marciais tiveram grande importância por seu uso militarista, apresentando evidente progresso técnico, destacando-se os grandes talentos em todas as formas de luta pela preservação da vida, utilizando-se de armas como sabres, lanças e outros instrumentos, bem com métodos de combates com as mãos nuas.
 
Ao mesmo tempo em que aprimorava o físico para adquirir destreza na arte marcial, o “samurai” desenvolvia formas de dominar seus próprios impulsos e controlar sua vontade, em alto grau, para poder enfrentar as adversidades corajosamente “até a morte”. Essa filosofia de vida era a alma das artes marciais e entendiam, os samurais, que ela só poderia ser atingida através de árduo treinamento para desenvolver o espírito de luta – “Budô” – através da busca da serenidade, da simplicidade e do fortalecimento do caráter, qualidades próprias da doutrina ZEN. Um código de honra, ética e moral, o “Bushidô”, conhecido como via do guerreiro, foi elaborado com forte influência do Budismo, alicerçando-se na preservação do caráter máximo, tal como honra, determinação, integridade, espírito de fé, imparcialidade, lealdade e obediência; preconizando uma forma de viver pela conduta de cavalheirismo, respeito, bondade, desprezo pela dor e sofrimento.
 
Como uma das formas de arte marcial surgiu o Jujitsu, luta corporal sem uso de armas, não se tendo porém, registro preciso de sua origem. Algumas citações encontradas no “Nihon Shoki”, que é uma crônica antiga do Japão, fazem referência ao início do Sumô que teria alguma relação com o Jujitsu naqueles tempos. Houve, então, evolução desses dois tipos de lutas corporais, em que o Sumô estabeleceu-se à base do uso da força e do peso, sendo orientado no sentido do espetáculo e o Jujitsu na base da habilidade, da astúcia e da ética, foi consagrado como combate real.
 
A prática do Jujitsu levou à criação de inúmeras escolas, cujas características eram a especialização dos professores em determinadas técnicas, adotando estilos próprios e secretos, cujos princípios de ensinamento se apoiavam no conhecido axioma empregado pelos “samurais”. “Na suavidade está a força”( Ju = suavidade; Jitsu = arte ou prática). Dentre essas escolas, duas delas foram especialmente estudadas pelo Professor Sensei Jigoro Kano, “Kito-Ruy”e “Tenshinshinyo-Ryu”.
 
A abertura dos portos japoneses em 1865, provocou intensas transformações do ponto de vista político-social, marcando a era “Meiji”, quando foi abolido o sistema feudal, com rejeição da cultura e das instituições antiquadas, introduzindo-se os conhecimentos dos países ocidentais, ocorrendo acentuado declínio das artes marciais, em completo desuso no país. O Jujitsu não foi exceção, pois as escolas ficaram privadas das subvenções dos clãs e, ainda a modernização das forças armadas levou essa arte marcial a ser considerada parte do passado e em total decadência.
 
Sensei Jigoro Kano, um jovem de físico franzino, graduado em filosofia pela Universidade Imperial de Tóquio, tendo conhecimento do Jujitsu, observou que suas técnicas poderiam ter valor educativo na preparação dos jovens, no sentido de oferecer ao indivíduo oportunidade de aprimoramento do seu autodomínio para superar a própria limitação. Assim, passou a ter como meta transformar aquela tradicional arte marcial num esporte que pudesse trazer benefícios para o homem, ao invés de utilizá-la como arma de defesa pessoal simplesmente.
 
Aprofundou seus estudos, pesquisando e analisando as técnicas conhecidas; o Professor Sensei Jigoro Kano organizou-as de forma a constituir um sistema adequado aos métodos educacionais, como uma disciplina de educação Física, evitando as ações que pudessem ser lesivas ou prejudiciais à sua prática por qualquer leigo. Com esse intuito, em 1882 fundou sua própria escola e, para distinguir, de maneira evidente, das formas que identificavam o antigo Jujitsu, denominou de JUDÔ KODOKAN, destinada à formação e preparação integral do homem através das atividades físicas de luta corporal e do aperfeiçoamento moral, sustentada pelos princípios filosóficos e exaltação do caráter, que era a essência do espírito marcial dos samurais, o “Budô”.
 
Sensei Jigoro kano transformou a arte marcial do antigo Jujitsu no “caminho suave” em que através do treinamento dos métodos de ataque e defesa pode–se adquirir qualidades mais favoráveis à vida do homem, sob três aspectos: condicionamento físico, espírito de luta e atitude moral autêntica.
 
A primeira qualidade, condições físicas, é obtida pela prática do esporte que exige esforço físico extenuante, de forma ordenada e metódica para proporcionar um corpo forte e saudável. Pois todas as funções corporais tornam-se melhor adaptadas pela atividade que promove aumento de força muscular geral, da resistência, da coordenação, da agilidade e do equilíbrio. Devido ao treinamento rigoroso, também, o indivíduo tende a tomar mais cuidado com a sua saúde, prevenindo doenças e condicionando a reagir reflexivamente para evitar acidentes.
 
A segunda qualidade, espírito de luta, significa que pela prática das técnicas do Judô e pela incorporação dos princípios filosóficos durante os treinamentos, o indivíduo se torna mentalmente, condicionado a proteger seu próprio corpo em circunstâncias difíceis, defendendo-se quando ameaçado perigosamente. Com o treinamento, adquire autoconfiança e autocontrole, não para fugir do perigo, mas para adotar medidas e iniciativas em qualquer situação. Em outras palavras, o Judô é uma arte para a auto-proteção total.
 
Por último, a atitude moral autêntica é concebida através do rigor do treinamento, que induz a humildade social, a perseverança, a tolerância, a cooperação, a generosidade, o respeito, a coragem, a compostura e a cortesia. As experiências obtidas durante o treinamento, por tentativa e erro e pela aplicação das regras de luta, impõem mudanças de atitudes, elevando o poder mental da imaginação, redobrando a atenção e a observação e firmando a determinação. Quando falhas do conhecimento social e de moralidade constituem-se em problemas, um método de ensinar a cortesia entre as pessoas e melhorar a atitude social torna-se importante e, por isso, o Judô, desempenha papel relevante nesse contexto, como instrumento de formar e lapidar os verdadeiros caracteres morais do ser humano.

 
Podemos resumir uma linha de tempo sobre Sensei Jigoro Kano como segue:

18/10/1860 – Data de nascimento Sensei Jigoro Kano
1877 – Ingressa na Universidade Imperial de Tóquio Torna-se aluno do Mestre Fukuda (Jujitsu)
1878 – Funda o primeiro clube de basebol do Japão
1881 – Licenciado em letras Torna-se aluno da escola de Kito (Jujitsu),
1882 – Forma-se em Ciências Estéticas e Morais Em fevereiro, funda a sua Escola da qual deu o nome Judô Kodokan – Em agosto é nomeado professor no Colégio dos Nobres
1884 – Nomeado adido do Palácio Imperial
1886 – Nomeado vice-presidente do Colégio dos Nobres
1889 – Viaja à Europa como Adido da Casa Imperial
1899 – Torna-se Presidente do Butokukai (Centro de estudo de artes militares)
1907 – Elabora os três primeiros Katas de Judô
1909 – Torna-se membro do Comitê Olímpico Internacional, como primeiro representante do Japão
1911 – Eleito presidente da Federação Desportiva do Japão
1922 – Passa a ter assento na Câmara Alta do Parlamento Japonês
1924 – Nomeado Professor Honorário da Escola Normal Superior de Tóquio
1928 – Participa da Assembléia Geral dos Jogos Olímpicos de Amsterdã
04/05/1938 – Sensei Jigoro Kano morre a bordo do navio que o transportava ao Cairo, onde se realizava a Assembléia geral do Comitê Internacional dos Jogos Olímpicos.
 

PRINCÍPIOS FILOSÓFICOS DO JUDÔ:

 
Seiryoku-Zenyo: Princípio da máxima eficiência do Corpo e do Espírito. Uso benéfico da energia.
Jita-Kyoei: Princípio da Prosperidade e Benefícios Mútuos. Crescimento seu e do próximo.
Ju: Princípio da Suavidade.

“Evolução do Indivíduo na Arte Marcial”

BuGei: Primeiro contato que o indivíduo tem com a arte marcial, para a guerra.
Bujutsu: Técnica Marcial. Treinamento da arte marcial, domínio da técnica.
Budô: Caminho marcial. Aprimoramento e “lapidação” da arte marcial. Caminho de iluminação, vereda espiritual.
 

PARA PRATICAR JUDÔ DEVEMOS OBEDECER ALGUMAS REGRAS:

· Respeitar os superiores e nossos colegas;
· Cumprimentar corretamente ao entrar e ao sair do Dojô;
· Manter silêncio no Dojô;
· Ajoelhar em ordem de graduação, quando o professor (Sensei) chegar;
· Estar atento às instruções do Sensei;
· Sentar-se corretamente no tatame, em posição de Agura;
· Sair durante as aulas em casos de extrema necessidade, com permissão do Sensei.
· Deixar o Dojô sempre limpo e organizado;
· Não treinar em outras academias sem autorização do professor (Sensei);
· Deixar o Judogi sempre limpo;
· Cortar as unhas dos pés e das mãos;
· Ser um bom aluno no colégio;
· Não utilizar as técnicas fora do Dojô;
· Ser um bom cidadão;
· Obedecer a mãe e o pai.

segunda-feira, 1 de abril de 2024

10 dicas de como lavar o seu kimono!

 

Como lavar o kimono é uma pergunta que se repete quase que diariamente nas academias mundo a fora. Qualquer aluno novato, que chega pra primeira aula, precisa saber como deixar seu kimono limpo para a próxima aula. Por isso, preparamos algumas dicas pra acabar de vez com essa dúvida:

 

1-   Lave o kimono assim que chegar do treino. Deixar o kimono suado faz com que o suor seque no tecido e deixe mau cheiro. Se não conseguir lavar o kimono logo após o treino, pelo menos deixe ele estendido aberto, em local arejado, para evaporar o máximo de suor possível.

2-    Sempre lave o kimono do lado avesso. Além de tirar as manchas da gola, você vai “poupar” o tecido externo do kimono, que já sofre bastante durante os treinos. 

3-   Algumas bactérias liberadas pelo suor causam mau cheiro e são difíceis de eliminar. Para tirar esse cheiro ruim, coloque vinagre branco junto com o sabão em pó na máquina de lavar. Se você for lavar apenas um kimono, coloque meio copo de vinagre branco. Se for lavar mais de um, pode colocar um copo cheio.

4-   Não use produtos de limpeza pesada vendidos no mercado, como Vanish, por exemplo. Eles até limpam bem, mas danificam muito o tecido do kimono.

5-   O kimono é grande e pesado. Lave, no máximo, dois kimonos por vez na máquina, para garantir uma limpeza eficaz.

6-   Use sempre água fria para lavar o seu kimono. A água quente, além de desbotar mais rápido o kimono, pode encolher o tecido.

7-   Não use amaciantes com muito perfume. Lembre-se que o vinagre tira o mau cheiro, portanto, use um amaciante neutro. Além disso, o perfume do amaciante pode incomodar seu amigo durante o treino.

8-   Jamais use a secadora para secar o seu kimono. Ela vai danificar o tecido e encolher o kimono.

9-   Seque seu kimono em local arejado, mas longe do sol. Apesar de secar mais rápido, o sol desbota o kimono e resseca as fibras do tecido.

10-Tenha mais de um kimono. Se você treina com frequência, você precisa ter, pelo menos, dois kimonos. Enquanto um seca, você usa o outro.

 

Depois de aprender a lavar o seu kimono, que tal saber mais sobre os principais golpes do Judô? Clica aí e acessa a nossa matéria especial sobre isso!

sábado, 30 de março de 2024

COPA CESC


 No Sábado 24 de Agosto 2019 foi realizado a 3ª Copa Cesc - Centro Esportivo Suzano Costa no jardim maravilha. Foi um torneio de judô amistoso entre academias de campo grande, com atletas federados e não federados. Percebemos que este ano foram poucas academias com seus atletas, em comparação ao ano passado.

Nossa academia sempre participa deste evento levando os judocas com o intuito de melhorarem seus rendimentos e aperfeiçoarem suas técnicas. Os judocas sempre voltam melhores e mais confiantes, este ano levamos os judocas, Sophia de 4 anos na categoria chupeta, e na categoria sub 11 os judocas Caique Garcia de 8 anos, Gustavo de 9 anos e João Andrey de 9 anos.


Nosso Ranking de Medalhas deste ano

1ºlugar categoria chupeta - Sophia Ferreira 

2º lugar categoria sub11 - Caique Garcia 

1º lugar categoria sub 11 - Gustavo Nascimento 

1º Lugar categoria sub 11 - João Andrey 

A academia JCVC - Judô Comunitário Vilar Carioca ficou em 3º lugar no ranking entre as academias.

Este ano subimos no Ranking de medalhas e estamos felizes pelo desempenho dos atletas. Mais vamos recordar o ano passado.

o JCVC - Judô Comunitário Vilar Carioca foi representado na 2ª Copa Cesc com:

5 medalhas de OURO

3 medalhas de PRATA

1 medalha de BRONZE

Totalizando 9 medalhas, ficamos em 6º entre academia.



sexta-feira, 29 de março de 2024

Você conhece o Zempo?

O SISTEMA ZEMPO é um programa de banco de dados criado pela Confederação Brasileira de Judô, para cadastros de atletas e técnicos, sistema de competição com organização de súmulas, usa placares com mídia, etc. A cada dia que passa cresce ainda mais a importância do Sistema Zempo